caxias-do-sul

Desde 2004 possui um sistema de gestão de qualidade certificado e já está adequado à ISO 9001/ 2015. A Galvânica Guarany tem ampliado, constantemente, a sua gama de serviços.

Fazem parte de seu rol de tratamentos os seguintes processos: Zincagem Eletrolítica; Zinco Níquel; Zinco Ferro; Revestimentos PTFE; Decapagem e Desidrogenização; Fosfato de Zinco; Fosfato de Manganês; Passivação em Inox; Níquel Químico e Oxidação Negra.

AMARELO IRIDESCENTE-zincagem-trivalenteAMARELO IRIDESCENTE-zincagem-exavalentezincagem-pretazincagem-verde-olivazincagem-azul-branco
Processo de revestimento protetivo realizado à frio, onde é aplica uma eletrodeposição de zinco sobre a superfície que se deseja proteger contra a corrosão.
 
Espessura: 5 à 25 µm
Materiais para Aplicação: Aço, Latão, Ferro Fundido, Micro fundido, Sinterizado e Zamak.
Setores Atendidos: Metal Mecânico, Agrícola, Autopeças, Construção Civil, Elétrico, Moveleiro e Petrolífero.
Estrutura: Linha Automatizada de tanques rotativos com capacidade de 16.000Kg/dia e Tanques Estáticos com dimensão de 6000mm comprimento x1000mm de altura x 450mm de largura, para peças de pequeno e grande porte.
Processos Adicionais: selante, óleo, redutores de atrito.


A aplicação deste revestimento baseia-se em pilhas galvânicas, onde uma corrente elétrica faz com que o metal, (originalmente em forma de anodo) passe de um estado inicial de oxidação para uma forma mais oxidada e solúvel. Este processo necessita de uma corrente elétrica com intuito de induzir o material do dissolvido na solução a reagir com a superfície metálica aderindo-se a ela. Com o auxílio de aditivos, este processo forma camadas uniformes de deposição. O processo de zincagem eletrolítica é utilizado quando se tem necessidade de proteger uma peça metálica da corrosão decorrente do intemperismo.
 Este processo é caracterizado pela formação de uma fina película metálica que copia a superfície da peça. Este revestimento confere uma proteção catódica, onde o metal depositado tem um potencial químico maior do que o material-base. Dessa maneira o material depositado vai sendo oxidado previamente ao material-base não comprometendo a estrutura e a funcionalidade da peça em questão. 
Após esta etapa o material segue para um acabamento com passivadores à base de cromo, com intuito de dar uma maior resistência a corrosão ao material. A verificação da resistência é validada por normas técnicas com a utilização de Câmara de Salt-Spray até o aparecimento de corrosão vermelha (corrosão do material-base), onde pode ser verificado na tabela de acabamentos abaixo, para 8 µm de revestimento. ** 

 **Detalhes ORIENTATIVOS, considerando um peça ideal, para ter a informação correta para a sua peça entre em contato conosco.

zincagem-eletrolitica
zinco-ferro-amarelozinco-ferro-preto
Do mesmo modo que a zincagem eletrolítica, a aplicação da liga de zinco-ferro é um método de proteção catódica (camada de sacrifício). Porém a camada depositada é enriquecida com ferro, o que garante à deposição uma resistência a corrosão em torno de três vezes (3x) maior do que a zincagem eletrolítica usual com a mesma camada depositada.
 
Espessura: 5 à 25 µm
Materiais para Aplicação: Aço, Latão, Ferro Fundido, Micro fundido, Sinterizado e Zamack
Setores Atendidos:  Metal-mecânico, Agrícola, Automotivo e Rodoviário.
Estrutura: Tanques Rotativos e Estáticos com capacidade dia para 800 Kg (*)
Processos Adicionais: aplicação de selante ou óleo.
 

Assim como na zincagem eletrolítica usual, o material segue para um acabamento com passivadores à base de cromo, com intuito de dar uma maior resistência a corrosão ao material. A verificação da resistência é validada por normas técnicas com a utilização de Câmara de Salt-Spray até o aparecimento de corrosão vermelha (corrosão do material-base), onde pode ser verificado na tabela de acabamentos abaixo, para 8 µm de revestimento** .

 **Detalhes ORIENTATIVOS, considerando um peça ideal, para ter a informação correta para a sua peça entre em contato conosco.

zinco-ferro
zinco-niquel
Da mesma forma que a zincagem eletrolítica usual, a aplicação da liga de zinco-níquel é um método de proteção catódica (camada de sacrifício). No entanto a camada depositada é enriquecida com níquel, o que garante a deposição melhores propriedades físico-químicas, resistência a temperatura e à corrosão cerca de cinco vezes (5x) maior que zincagem eletrolítica usual com a mesma camada depositada.
 
Espessura: 5 à 25 µm
Materiais para Aplicação: Aço, Latão, Ferro Fundido, Micro fundido e Zamack
Setores Atendidos:  Metal-mecânico, Agrícola, Automotivo e Rodoviário.
Estrutura: Tanques Rotativos e Estáticos com capacidade dia para 500 Kg (*) 
Processos Adicionais: Selante
 

Assim como na zincagem eletrolítica usual, o material segue para um acabamento com passivadores à base de cromo, com intuito de dar uma maior resistência a corrosão ao material. A verificação da resistência é validada por normas técnicas com a utilização de Câmara de Salt-Spray até o aparecimento de corrosão vermelha (corrosão do material-base), onde pode ser verificado na tabela de acabamentos abaixo, para 8 µm de revestimento. 

 **Detalhes ORIENTATIVOS, considerando um peça ideal, para ter a informação correta para a sua peça entre em contato conosco.

zinco-niquel
Revestimento-PTFE
O Politetrafluoretileno (PTFE) é o principal polímero no revestimento antiaderente aplicado via spray. 
 
Espessura: 5 à 30 µm
Materiais para Aplicação: Aço, Aço-Inox, Fundido, Microfundido e Alumínio
Setores Atendidos: Alimentício, Têxtil, Acabamentos Flexiveis, Automotivo, Máquinas e Moldes, Energia Eólica, Óleo e Gás e Armamentista.
Estrutura: Linha de Aplicação com sistema de monovia, cabine úmida e estufa automatizada. Peças de 2000 mm x 1000 mm x 500 mm. 
Esse revestimento é uma união de lubrificantes de filme seco combinado em uma matriz com polímeros orgânicos de alta temperatura, resultando em “ligas plásticas” formuladas que garantem as propriedades desejadas. Esta aplicação pode ser realizada à base d’água ou solvente orgânico.
 
Propriedades:
• Ótimo antiaderente e lubrificante a seco com baixa camada;
• Redução de fricção e atrito;
• Proteção anticorrosiva ;
• Torque controlado;
• Resistência química contra ácidos, bases e solventes;
• Resistentes a altas e baixas temperaturas;
• Produto de Baixo VOC “Ecologicamente correto”;
• Isolante Elétrico
Revestimento-organometalico
O revestimento Organometálico é processo duplo com junção de proteção inorgânica e orgânica rico em zinco e alumínio em flocos lamelares aplicados via spray.

Espessura: 5 à 30 µm
Materiais para Aplicação: Aços, Alumínio, Ferro-Fundido, Latão, Cobre, Microfundido, Bronze.
Setores Atendidos: Meta-Mecânico, Aeronáutico, Construção Civil, Eletro-Eletrônico, Automotivo e Agricola.
Estrutura: Linha de Aplicação com sistema de monovia, cabine úmida e estufa 
automatizada.
 
Dimencionamento Máximo para peças 2000 mm x 1000 mm x 500 mm
Este processo consiste na aplicação de duas camadas de proteção. A primeira (base coat) principalmente constituída por compostos orgânicos ricos em zinco que conferem uma proteção de sacrifício. Esta base que pode ser aplicada diretamente sobre e a superfície metálica, bases fosfatizadas ou outros revestimentos que conferem propriedades extras ao revestimento. A segunda camada (top coat) é uma matriz mista rica em alumínio que confere a alta resistência à corrosão e agentes químicos. Esta aplicação pode ser realizada à base d’água ou solvente orgânico.
fosfato-de-zinco
A aplicação do fosfato de zinco é um processo químico à frio (não é necessária uma indução elétrica ou térmica para ocorrer) e é utilizado com um intuito protetivo. A camada depositada forma micro-cristais na superfície fazendo com que esta seja uma excelente base para a pintura ou adesividade à lubrificantes. Além disso, em função de suas propriedades químicas estas deposições têm baixa porosidade e alto poder de isolamento químico e elétrico, garantindo uma maior longevidade na proteção contra a corrosão. A camada tem coloração cinza-fosco claro.

Espessura: 3 à 25 µm
Materiais para Aplicação: Aços, Ferro Fundido e Microfundido
Setores Atendidos: Automotivo, Agrícola e Metal Mecânico
Estrutura: Tanques Estáticos com capacidade dia para 2.400Kg(*)
Processos Adicionais: Aplicação de óleo.
Penetração em orifícios: Ótima

fosfato-manganes
A aplicação do fosfato de manganês é um processo químico à quente (não é necessária uma indução elétrica, porém é preciso um aquecimento para ocorrer) e é utilizado com um intuito protetivo. A camada depositada forma micro-cristais na superfície fazendo com que esta tenha uma excelente adesividade à lubrificantes e bases para redução de atrito e seja uma boa base para pintura. Além disso, em função de suas propriedades químicas estas deposições têm baixa porosidade e alto poder de isolamento químico e elétrico, garantindo uma maior longevidade na proteção contra a corrosão. A camada tem coloração cinza-fosco escuro.

Espessura: 3 à 25 µm
Materiais para Aplicação: Aços, Ferro Fundido e Microfundido
Setores Atendidos: Automotivo, Agrícola e Metal Mecânico
Estrutura: Tanques Estáticos com capacidade dia para 500Kg(*)
Processos Adicionais: aplicação de óleo.
Penetração em orifícios: Ótima
oxidacao-negra
Processo de deposição química à quente (não é necessária uma indução elétrica, porém é preciso um aquecimento para ocorrer) onde ocorre uma modificação na camada superficial do material que resultará na produção de um filme de óxido preto uniforme e aderente que garante uma proteção contra a corrosão, reduz a fadiga visual e melhora propriedades físicas como dureza superficial no material base.
 
Espessura: Não altera o dimensional
Materiais para Aplicação: Aço, Inox e Ferro-Fundido
Setores Atendidos: Armamentício, Autopeças e Dispositivos.
Estrutura: Tanques Estáticos com capacidade dia para 500 Kg (*) 
Processos Adicionais: aplicação de óleo ou passivador.
Penetração em orifícios: Ótima
passivacao-inox
Processo químico de decapagem e posterior passivação que removem a coloração enegrecida formada por aquecimento em cortes e soldas em inox e garantem a proteção a estes pontos críticos.
 
Espessura: Não altera o dimensional
Materiais para Aplicação: Aço Inox e Inox Microfundido
Setores Atendidos: Autopeças, Naval e Agrícola.
Estrutura: Tanques Estáticos com capacidade dia para 1600 kg (*).
Penetração em orifícios: Ótima
decapagem-oleamento
Este processo químico age  sobre superfícies metálicas visando a remoção de oxidações e impurezas inorgânicas, como as carepas de laminação e recozimento, camadas de oxidação (como a ferrugem), crostas de fundição e incrustações superficiais.
 
Espessura: Não altera o dimensional
Materiais para Aplicação: Aços oxidados ou que necessitem remover “carepas”.
Setores Atendidos: Automotivo, Rodoviário e Agrícola.
Estrutura: Tanques Estáticos com dimensão de 6000mm comprimento x1000mm de altura x 450mm de largura, para peças de pequeno e grande porte.
Processos Adicionais: aplicação de óleo.
Penetração em orifícios: Ótima
desidrogenacao
A desidrogenação é processo adicional à processos de eletrodeposição. Consiste em um tratamento térmico de alívio de tensão aplicado visando a remoção de hidrogênio, é necessário para substratos cujo material base possui alto teor de carbono onde este hidrogênio pode fragilizar a estrutura do material reduzindo propriedades físicas. É realizado em estufa, em temperaturas da ordem de 150 a 250ºC imediatamente após o processo de recobrimento conforme normas técnicas.
 
Espessura: Não altera o dimensional
Materiais para Aplicação: Aços com alto teor de carbono na liga que sofreram Tratamento Térmico.
Setores Atendidos: Metal Mecânico, Agrícola, Autopeças, Elétrico, Moveleiro e Petrolífero.
Estrutura: Capacidade para 150 kg/hora (*).
niquel-quimico
Processo de deposição química à quente (não é necessária uma indução elétrica, porém é preciso um aquecimento para ocorrer), onde ocorre o revestimento com intuito protetivo da liga de níquel enriquecida com níquel o que garante a deposição características de alta dureza superficial, resistência à corrosão e resistência a abrasão. 
 
Espessura: 5 à 50 µm
Materiais para Aplicação: Aço carbono, inox, alumínio, bronze, , cobre, ligas de estanho, ferro, ferro fundido, latão e zamak.
Setores Atendidos: Meta-Mecânico, Autopeças, Alimentício, Petrolífero e Ferramentas e Dispositivos.
Estrutura: Tanques Estáticos com capacidade dia para 1600 Kg (*) 
Penetração em orifícios: Ótima
O revestimento de Niquel Químico é subdividido em três classificações, de acordo com o teor de fósforo na liga:
Níquel baixo fósforo (2 a 4% de fósforo): A camada depositada é uma liga semibrilhante, cuja dureza varia entre 48 e 56 HRC. Entre suas características, destaca-se a alta proteção contra a corrosão em condições alcalinas. É indicado para peças que precisam de elevada resistência ao desgaste.
Níquel médio fósforo (5 a 7% de fósforo): A camada depositada apresenta uma liga brilhante e uniforme, com boa resistência à corrosão e à resistividade elétrica, e dureza variando entre 48 à 70 HRC. Esta aplicação é ideal para peças que serão submetidas a desgastes em condições abrasivas. Este revestimento também é recomendado para peças que requerem brilho e não permanecem em ambientes altamente corrosivos.
Níquel alto fósforo (10,5 a 12% de fósforo): Esta aplicação é a que oferece maior resistência à corrosão. Neste caso, a liga é semi-brilhante e uniforme, também com boa resistividade elétrica e dureza de 48 a 70 HRC. É indicado para indústrias com ambientes corrosivos e ácidos.
 

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